Caso Cícero. Familiares querem punição ao Município e prisão da servidora

Patrícia e André, filhos de Cícero, cobram providências

Irmã, filhos e sobrinha de Cícero Novais Teixeira, desaparecido desde o dia 02 de abril de 2018, quando uma servidora do CREAS de Barra de São Francisco/ES o embarcou para Jundiaí/SP na Rodoviária de Mantena/MG sem comunicar à família, vivem momentos de apreensão e incertezas.

“Meu irmão foi tratado como um objeto que se atira no bagageiro de um ônibus e envia para um destino qualquer. Muita falta de amor ao próximo isso que fizeram com ele”, disse Eronildes Rodrigues Teixeira, irmã de Cícero, em entrevista por telefone ao Jornal Capixaba.

De acordo com ela, até o momento ninguém deu quaisquer satisfações à família. “Esperava pelo menos uma justificativa por parte do prefeito, que é o responsável pelo desaparecimento do meu irmão, pois não sabe escolher seus auxiliares”, desabafa Eronildes.

Prisão para a servidora

Eronildes, irmã de Cícero
quer a prisão da servidora
Os familiares de Cícero disseram saber que a servidora (cujo nome não será divulgado por enquanto) sequer teve o trabalho de espera-lo embarcar. “Ele foi colocado sob responsabilidade de um estranho que estava a caminho dos Estados Unidos. Um absurdo”, disse Eronildes.

“Queremos providências contra essa irresponsável. Ela tem que ser presa, pois pode ter provocado a morte de meu irmão. Não acreditamos que ele ainda esteja vivo, e essa falta de reponsabilidade não pode ficar impune. Ela tem que pagar pelo que fez”, enfatiza a irmã de Cícero.

Ao concluir, Eronildes afirma que os familiares estão se reunindo com advogados, tentando encontrar uma forma de envolver o Ministério Público no caso, para que o Município francisquense seja responsabilizado e penalizado pelo desaparecimento de seu irmão.

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