Tragédia conjugal. Mulheres são mortas por companheiros que se matam depois

Marilia foi morta por Rafael, que se matou

Dois crimes seguidos de suicídio vitimaram mulheres neste final de semana. A primeira vítima foi a estudante de medicina, Marília Camargo de Carvalho, 25 anos, que foi morta por asfixia pelo namorado Rafael Moraes Garcia, 27 anos, que era educador físico e também se matou.

Seu corpo foi encontrado pela polícia na manhã de domingo, 08, em seu apartamento no 16º andar com sinais de asfixia. Já o corpo de Rafael estava no quintal. Ele saltou do prédio depois de matar a namorada. O crime ocorreu em um condomínio no Bairro Jardim Aurélia, em Campinas/SP.

Marília, de Toledo/PR, se formaria em medicina pela PUC/SP no próximo dia 21. Rafael era de Itapagipe/MG e estava residindo no interior paulista, onde se preparava para concursos públicos. Os dois estavam namorando desde novembro de 2014. Não se sabe o quer provocou a tragédia.

O plantão do 1º Distrito Policial de Campinas registrou o caso, que será investigado pelo 3º Distrito Policial. No local os policiais apreenderam dois notebooks, dois celulares e um tablete que foram encaminhados à perícia. Os corpos das vítimas também foram periciados e liberados.

Outra mulher morta

A segunda vítima foi a soldado PM Lourdes Patrícia de Campos Lopes, 33 anos. Ela foi morta a tiros por volta das 23h de sábado, 07, pelo cabo Renan da Silva Azevedo, 31 anos, do Corpo de Bombeiros, com quem mantinha um relacionamento conjugal. Ele se matou em seguida.

O crime aconteceu na Avenida Maria Amália Lopes de Azevedo, Vila Albertina, na Zona Norte de São Paulo/SP e o 43º BPM/M (Batalhão de Polícia Militar Metropolitano) instaurou um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os motivos do homicídio seguido de suicídio.



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