terça-feira, 12 de março de 2019

Homem joga mulher totalmente pelada na rua ao flagra-la com outro na cama

Pacata cidade de Catolé do Rocha

Quando o Pé de Veludo chega pisando de leve no coração da mulher, não há santo que livre o cristão de um par de chifres. E Justino França Nascimento, 33 anos, que o diga. Após horas num boteco assistindo futebol, chegou em casa e deparou-se com o Ricardão bem aconchegado em sua cama.

Enfurecido pela cena indesejável, Justino ficou de cabeça quente, rodou à baiana e mesmo com o forte cheiro de chifres queimados, pegou a mulher (cujo nome será mantido em sigilo) e a atirou no meio da rua do jeitinho que veio ao mundo, para deleite da galera que estava nas proximidades.

Quanto ao Ricardão, conhecido na localidade como terror dos maridos botequeiros, e se chama Carlos Eduardo dos Santos, o Ducão, 28 anos, depois de levar alguns catiripapos no bebedor de lavagens e uns tabefes no pé de ouvido, fugiu do local catando cavacos em desabalada carreira.

Para que não ficasse nenhuma dúvida sobre o acontecido, bem como para se precaver de possível enquadramento na famigerada Lei Maria da Penha, Justino acionou a polícia, que esteve no local e registrou uma ocorrência, na qual ele relatou a sua desventura no triste episódio de desamor.

Em seguida os policiais militares realizaram buscas na região, mas não conseguiram encontrar o Pé de Pano e muito menos a esposa infiel, que naquela altura do campeonato devia já ter se aconchegado na residência de algum filho de Deus solidário e protetor de mulheres desamparadas.

O caso, que quebrou a rotina de Catolé do Rocha/PB, correu de boca em boca, virou assunto nos botecos, praças municipais, igrejas, salões de beleza e barbearias, nos bate-papos das velhas fofoqueiras de final de tarde, nos terreiros de macumba, nas rodas de capoeira e até nos velórios.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia da cidade e o delegado, que já conhece a fama de Ducão, disse que tomará as providências que o caso requer e que a partir de agora será questão de honra tirar o Ricardão de circulação, para alívio dos maridos catolenses que gostam de botecos.







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